10-04-2019 Mariana Martinho Imprimir PDF     Print    Print

Associação de Artesãos das Caldas tem nova sede na Columbófila

A Associação de Artesãos das Caldas da Rainha tem nova sede, no primeiro andar do edifício da Sociedade Columbófila Caldense, com entrada pela rua Henriques Sales. Este novo espaço, antes utilizado para a realização de eventos, foi inaugurado no passado sábado, com um almoço de confraternização para os associados e entidades.

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Entidades na inauguração da nova sede da Associação de Artesãos
Esta associação, que foi fundada em 1982 e que esteve durante vários anos a funcionar nos Pavilhões do Parque, passa agora, para a Columbófila Caldense, ficando a renda a cargo da autarquia, no valor de 450 euros mensais. Naquele local, que está dividido a meio e que possibilita a instalação de outra associação ao seu lado, vai poder realizar as suas habituais reuniões, que até agora eram habituais no salão nobre da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, bem como proporcionar alguns eventos, workshops e showcookings, devido ao facto do espaço conter uma cozinha. Antes de acolher a sede da associação, foi alvo de uma operação de limpeza e pintura.
De acordo com o presidente da Associação de Artesãos de Caldas da Rainha, Pedro Brás, “este objetivo faz parte de um conjunto de ambições que esta direção tinha para este terceiro mandato”. Por isso, “penso que a partir de agora a associação tem condições para cada vez mais poder mostrar na cidade e fora dela os trabalhos de qualidade que aqui são produzidos”.
Neste momento, a coletividade conta com 43 associados diversificados, mas com “trabalhos de muita qualidade”, em madeira, cerâmica, artes decorativas e gastronomia.
À frente da associação há cerca de dois anos, Pedro Brás também esclareceu que tem sido feito “um grande trabalho, desde a legalização da associação ao facto de termos um espaço para instalar a associação”. Este ano “vamos aproveitar os mercados CRIA e criar parcerias para fazermos algo cada vez melhor e diferente”. E ainda ter uma presença “mais assídua” através de demonstrações de trabalhos da associação, se possível na Casa do Barcos, situada no Parque D. Carlos I.
Este novo espaço não vai funcionar com ponto de venda, pois a coletividade prefere “abrir as portas para realizar eventos do que vendas”.
Para Margarida Antunes, uma das associadas que se dedica à cerâmica há 30 anos, “a conquista deste espaço, bem como esta nova direção tem sido uma lufada de ar fresco para a coletividade, tendo contribuído para a mudança para melhor em vários aspetos”, no que diz respeito à angariação de mais associados, à inovação do mercado CRIA e à participação em mais feiras.
Presente no almoço também estiveram outras entidades, como foi o caso do presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, que destacou que “esta abertura é decisiva para que o município consiga atingir o seu objetivo de ver reconhecida Caldas pela rede de cidades criativas da Unesco, tendo por base a produção artística e artesanal da cerâmica”.
Além disso explicou que a sede está integrada numa outra “instituição de referência caldense, que disponibilizou espaço através de uma comparticipação mensal, por parte dos municípios, de modo a permitir que também outras instituições possam usufruir deste belíssimo património, situado no centro da cidade”.
Já o presidente da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, Vítor Marques, que foi “um dos intermediários neste processo” destacou todo o trabalho que esta nova direção da associação tem vindo a desenvolver em prol dos seus sócios.
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