12-10-2017 Rúben Alves Imprimir PDF     Print    Print

Entrada livre

Entrada livre é um espaço de opinião sobre a diversão noturna na região Oeste. O autor, Rúben Alves, é um jovem caldense de 24 anos, residente em Caldas da Rainha, e que tem uma produtora de eventos chamada 2ndMoment.

Rúben Alves
3º Tema: Bailes e festas anuais

Antigamente, os bailes tinham uma duração de cerca de duas a três horas e acabavam cedo, tendo apenas grupos regionais e locais a atuar, fazendo a festa para os aldeões e habitantes da localidade em questão.
Hoje os tempos mudaram e o termo “festa de aldeia” já não é o mesmo. Foram-se adicionando outros meios e benesses, por exemplo “bar jovens”, atuação de dj’s, “bebida low cost”, horários prolongados, propaganda gigante, que levaram os bailes a serem um ponto de encontro recorrente e escolhido pelo público.
Noutros tempos, as pessoas começavam a sua noite em bailes e festas e dirigiam-se para os bares/clubs noturnos para terminarem a sua noite, hoje já não é assim. O novo conceito de baile conseguiu prejudicar o funcionamento, faturação e desenvolvimento dos clubs, pois de certo modo é impossível combater certos aspetos desde o consumo, preços, licenciamentos, termos legais, entre outros parâmetros. Um club hoje em dia tem uma despesa tremenda para estar a 100% legal e funcional
Deixo aqui a minha reflexão: A zona oeste já se encontra no estado lamentável e miserável a nível de oferta de espaços. Não sou contra os bailes, nem nada disso, eu apenas me manifesto de forma a haver mais “respeito” pelo trabalho dos clubs e bares. Isto dá para todos, desde que haja bom senso e organização.
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