26-10-2020 Imprimir PDF     Print    Print

Cadaval passa a estar plenamente provido de médicos de família

O Cadaval passa, dia 2 de novembro, a estar plenamente provido de médicos de família, com a entrada em funções de mais dois novos profissionais. Após a mudança do centro de saúde para as novas instalações, em março de 2019, esta era a principal preocupação ao nível dos cuidados de saúde primários no concelho. O próximo passo será prover a unidade de profissionais de enfermagem em número suficiente.

Centro de Saúde do Cadaval
João Silva e Sandra Carneiro são os dois novos médicos que vieram completar a resposta clínica em termos de médicos de família no concelho do Cadaval.
Segundo informa Gilberto Guimarães, coordenador da UCSP – Unidade de Cuidados de Saúde Primários do Cadaval, o médico João Silva iniciou funções mais precisamente a 6 de outubro. “Como entretanto tinha férias e licença de casamento marcadas, esteve ausente muito do período do mês de outubro, voltando ao trabalho a 2 de novembro”, data em que, segundo adianta o responsável, também inicia funções a médica Sandra Carneiro.
A dupla de novos clínicos de medicina geral familiar irá exercer funções, nomeadamente, nas extensões de Vilar e de Figueiros, pertencentes à UCSP do Cadaval.
“Em termos de resposta, ao nível dos Cuidados de Saúde Primários, estes colegas vêm colmatar falhas que existem atualmente na UCSP, assim como colmatar défices que viriam a existir num futuro próximo”, declara o coordenador do centro de saúde cadavalense.
“Possibilita uma melhor resposta em termos de cuidados de saúde à população, em plena crise provocada pela pandemia Covid-19, uma vez que todos somos necessários”, explica Gilberto.
O coordenador avança que toda a população do Cadaval ficará coberta por médico de família. “Apenas ficarão sem acesso a médico de família os utentes que assim pretenderem”, frisa.
“A principal lacuna passa a ser a não cobertura de toda a população do Cadaval pelos profissionais de enfermagem”, reconhece o responsável.
Os médicos do Cadaval mantêm escala na ADR da Lourinhã (Áreas Dedicadas aos Doentes Respiratórios na Comunidade, que vem substituir a anterior designação de ADC – Área Dedicada à Covid-19), estando atualmente a cumprir duas semanas de escala, a cada três semanas (por duplicação das equipas em rotação na ADR da Lourinhã).
“Estas rotações acabam, também, por constituir uma sobrecarga para as equipas, em conjunto com as tarefas de seguimento de utentes suspeitos/confirmados para Covid-19”, sustenta o clínico.
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