26-06-2018 Lusa, Torres Vedras Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

‘Made in Portugal’ é o tema do Carnaval de Torres Vedras de 2019

Torres Vedras, Lisboa, 26 jun (Lusa)- O próximo Carnaval de Torres Vedras, que se realiza entre 01 e 06 de março de 2019, vai ser alusivo a tudo o que é ‘Made in Portugal’ e vai ter um novo rei, foi hoje anunciado.

A empresa municipal Promotorres, responsável pela organização do evento, anunciou que a edição de 2019 vai realizar-se sob o mote genuinamente português, ‘Made in Portugal’, tema que serve, a partir de agora, de inspiração para foliões, grupos de mascarados e construtores de carros alegóricos e do monumento ao Carnaval.

Após a escolha entre vários candidatos, a Real Confraria do Carnaval apresentou também o novo rei, Fernando Martins, há 25 anos elemento do grupo carnavalesco ‘Osgas’.

Fernando Martins substitui Ricardo Miranda Santos, que ao fim de 12 anos abdicou do trono no fim do último Carnaval, e prepara-se para o reinado ao lado de Ricardo Rodrigues, a rainha desde a edição de 2017.

Com um orçamento de 680 mil euros, o Carnaval de Torres Vedras, o ‘mais português de Portugal’, teve este ano 400 mil visitantes nos cinco dias dos festejos, mais 50 mil do que nas últimas edições, com a maior parte a participar mascarada na festa, o que, segundo a organização, constituiu um recorde.

César Costa, presidente do conselho de administração da empresa municipal Promotorres, que organiza o evento, disse hoje à agência Lusa que a edição de 2018 deu lucro, apesar de as contas ainda não estarem todas fechadas.

Durante os cinco dias, foram produzidas 16 toneladas de resíduos.

Os festejos geraram receitas de cerca de 10 milhões de euros na economia local.

Além da criatividade e espontaneidade dos mascarados, o Carnaval torriense é também conhecido pelas ‘matrafonas’ (homens mascarados de mulher) e pela sátira político-social dos carros alegóricos.

O Município do distrito de Lisboa candidatou em 2016 o Carnaval a Património Nacional Imaterial, o primeiro passo para vir a ser reconhecido como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

FYC // JMR

Lusa/Fim

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