12-06-2018 Lusa Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

Almanaque Lusa - 12 de junho

Lisboa, 12 jun (Lusa) - Hoje é terça-feira, 12 de junho, centésimo sexagésimo terceiro dia do ano e Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. Faltam 202 dias para o final de 2018.

Este dia é dedicado a Nossa Senhora do Sameiro e à Beata Mercedes de Jesus Molina, fundadora do Instituto de Santa Mariana de Jesus.

Nos céus, a Lua encaminha-se para a Fase Nova. Lua Nova, dia 13, às 20:43.

O Sol nasce às 06:11 e o ocaso regista-se às 21:02.

No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 02:41 e 15:07, a baixa-mar às 08:33 e 21:00.

Gémeos é o signo dos nascidos nesta data, destacando-se o escritor e reformista britânico Charles Kingsley (1819), o estadista inglês Sir Anthony Eden (1897), o antigo presidente norte-americano George Bush (1928), a vítima do nazismo Anne Frank (1929), o pianista Chick Corea (1941), o compositor britânico Oliver Knussen (1952).

Nesta data, em 1514, Leão X criava a Diocese do Funchal. Em 1834, era fundada a Associação Comercial de Lisboa. Em 1875, a figura do Zé Povinho, criada por Rafael Bordalo Pinheiro, aparecia pela primeira vez na revista Lanterna Mágica.

Em 1879, surgia o jornal O António Maria, do caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro, instrumento de crítica política e social, que tomava para designação os nomes próprios do ministro António Maria Fontes Pereira de Melo. Em 1901, eram criados, em Portugal, os Serviços Centrais da Beneficência Pública.

Em 1934, eram proibidos os partidos políticos na Bulgária. Em 1944, na Polónia, as forças nazis de ocupação ordenavam o rapto de todas as crianças, entre os 10 e os 14 anos, para prestarem trabalhos forçados. A ação atingiu cerca de 40 mil crianças.

Em 1950, morria o historiador João de Freitas, fundador da Academia Portuguesa de História. Em 1982, uma multidão, calculada entre 600 a 700 mil pessoas, concentrava-se no Central Park, em Nova Iorque, manifestando-se contra as armas nucleares.

Em 1985, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, era assinado o Tratado de Adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia (CEE), que se concretizaria a 01 de janeiro de 1986. Horas depois, idêntica sessão realizava-se em Madrid, para a entrada de Espanha na CEE. Em 1986, o Governo da África do Sul declarava o estado de emergência em todo o país.

Em 1987, o líder do antigo Império Centro-Africano, Jean-Bedel Bokassa, 66 anos, era condenado à morte em Bangui. Em 1990, delegações da Frelimo e da Renamo encontravam-se pela primeira vez no Malawi para negociações diretas sobre a paz em Moçambique depois de 15 anos de guerra. Em 1991, 105 milhões de russos iam às urnas, para as primeiras eleições presidenciais, elegendo Boris Ieltsin, à primeira volta.

Em 1996, morria o escritor Romeu Correia, 78 anos. Na mesma data, Luiz Francisco Rebelo vencia o Grande Prémio de Teatro da Associação Portuguesa de Escritores. Em 1997, Armindo Lopes Coelho era nomeado Bispo do Porto. Em 1998, o navio Ponta de Sagres chegava ao Senegal com mais de dois mil refugiados da Guiné-Bissau.

Em 2002, morria em Lisboa o pintor Fernando Calhau, 54 anos, antigo presidente do Instituto de Arte Contemporânea. Em 2003, a assembleia dos ministros da Defesa da NATO decidia a redução de 40% das bases militares da organização. E o Conselho de Segurança da ONU renovava, por um ano, a imunidade de soldados e funcionários de países que não ratificaram o Tratado de Roma, fundador do Tribunal Penal Internacional.

Em 2004, abria o Euro 2004, com a derrota da equipa portuguesa perante a seleção grega. No mesmo dia, era assassinado o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Iraque, Bassam Salih Kubba.

Em 2005, a jornalista francesa Florence Aubenas e o guia iraquiano Husein Hanun eram libertados no Iraque, após 158 dias em sequestro. Em 2006, morria Gyorgy Ligeti, 83 anos, compositor austríaco de origem húngara, nascido no atual território da Roménia, figura determinante da música europeia do século XX, autor da ópera “Le Grand Macabre”, de “Lux Aeterna” e de vários “Nonsense Madrigals”, entre outras obras.

Em 2007, o antigo presidente da autoproclamada "República Sérvia de Krajina", na Croácia, Milan Martic, era condenado a 35 anos de prisão pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) para a ex-Jugoslávia, por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos entre 1991 e 1995. O Sudão aceitava o estacionamento de uma força da União Africana e da ONU para tentar pôr fim à violência no Darfur e permitir o encaminhamento de ajuda humanitária para a região. O primeiro Prémio Vilalva para a Recuperação e Valorização do Património, criado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no valor de 50 mil euros, era atribuído à Biblioteca da Casa Sabugosa e São Lourenço, em Lisboa.

Em 2008, morria o ator Jean Desailly, que formou com a sua mulher Simone Valère um dos casais mais famosos do teatro francês, num hospital de Paris, com 87 anos.

Em 2010, morria em Peniche, com 88 anos, monsenhor Manuel Bastos Rodrigues de Sousa, pároco emérito cuja ação social marcou o concelho durante mais de 60 anos.

Em 2012, morria Elinor Ostrom, cientista política norte-americana da Universidade de Indiana e a única mulher que foi distinguida com o Nobel da Economia. Tinha 78 anos.

Em 2013, morria, aos 116 anos, Jiroemon Kimura, japonês reconhecido pelo livro Guinness de Recordes como a pessoa mais velha do planeta.

Em 2014, morria, com 91 anos, a atriz norte-americana Ruby Dee.

Em 2017, morria, aos 80 anos, em Lisboa, Durval Moreirinhas, músico e compositor que acompanhou nomes como Amália Rodrigues e José Afonso, apontado como um dos “históricos” da canção de Coimbra.

 

Lusa/Fim.

 

 

 

 

 

 

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