23-01-2019 Economia, Lusa, Lourinhã Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

Lourinhã quer que construção do IC11 comece com ligação do concelho à A8

Lourinhã, Lisboa, 23 jan (Lusa) – A Lourinhã vai reclamar junto do Governo que o IC11 (Peniche/Carregado), previsto no Plano Nacional de Investimentos 2030, comece a ser construído no troço de ligação do concelho à autoestrada A8, foi hoje anunciado.

A Assembleia Municipal da Lourinhã, no distrito de Lisboa, vai remeter ao Governo, à Assembleia da República e à Comunidade Intermunicipal do Oeste uma moção nesse sentido, que foi aprovada na terça-feira à noite e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

A moção sublinha que “a primeira fase do IC11, prevista no Plano Nacional de Investimentos 2030, terá impreterivelmente de iniciar com o troço de ligação da Lourinhã à A8” (Lisboa/Leiria).

Para os autarcas da Lourinhã, se essa não for a prioridade, “subverter-se-ia as esperadas há anos” e que “estão traduzidas no novo Plano Diretor Municipal da Lourinhã, no qual já foi salvaguardado o corredor do IC11”.

A Assembleia Municipal congratulou-se com a inclusão da obra no Plano Nacional de Investimentos 2030, alertando para os “grandes constrangimentos” que a construção adiada do IC11 tem causado no concelho.

Os autarcas recordaram que o concelho “não tem qualquer acesso direto à A8”.

Além disso, a única ligação é feita pela Estrada Nacional 8-2, que “está visivelmente degradada, sem uma intervenção estruturante há vários anos e sem previsão de intervenção a médio prazo”, por isso, não é não “uma alternativa viável”.

A construção do IC11 contribuiria para o desenvolvimento económico do concelho, para escoar os produtos agrícolas produzidos e transformados no concelho, por um lado, e para captar turistas e novos investimentos ao concelho, por outro.

Recordaram que, em 2018, foram investidos 3,5 milhões de euros no Parque dos Dinossauros da Lourinhã, que já ultrapassou os 350 mil visitantes desde que abriu em fevereiro desse ano.

A construção do IC11 (Peniche/Carregado) não estava prevista no PNI, quando este esteve em consulta pública, mas a Comunidade Intermunicipal do Oeste exerceu “pressão junto do Governo” e passou a estar.

 

FYC // MCL

Lusa/Fim

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