30-11-2018 Cultura, Sociedade, Educação, Lusa Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

Luísa Sobral vai apresentar o CD "Rosa" em sete palcos nacionais em 2019

Redação, 30 nov (Lusa) – A cantora e compositora Luísa Sobral inicia em fevereiro próximo uma digressão por sete palcos nacionais, de apresentação do seu novo álbum, “Rosa”, editado no início deste mês, foi hoje anunciado.

Luísa Sobral, nesta digressão, apresenta a sua nova banda, partilhando o palco com Manuel Rocha, nas guitarras, e um trio de sopros constituído por Sérgio Charrinho, no fliscorne, Ângelo Caleira, na trompa, e Gil Gonçalves, na tuba.

A digressão abre no dia 08 de fevereiro, em Coimbra, numa sala a anunciar, e, no dia seguinte, continua na Casa da Música, no Porto.

No dia 14 de fevereiro, Luísa Sobral atua em Setúbal, no âmbito do festival “Montepio, às vezes o amor”, e, no dia 22, sobe ao palco do TivoliBBVA, em Lisboa.

O quinto palco desta digressão é o Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, onde atua no dia 09 de março, seguindo-se a Casa da Cultura de Ílhavo, nos arredores de Aveiro, encerrando no dia 23, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, a cerca de 90 quilómetros a oeste de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, no início deste mês, Luísa Sobral definiu o novo álbum, “Rosa”, como “um disco de 'cantautor', em que as letras são mais importantes", em que "é quase como estar num concerto”.

Luísa Sobral assina, letra e música, das onze canções que constituem o CD, que tomou o nome de “Rosa”, em homenagem à sua filha, pois foi composto durante a sua gravidez, o que influenciou o trabalho final.

“Este disco conta histórias e fala de amor, como todos os meus álbuns, mas este tem uma sonoridade diferente, e as canções estão mais expostas, além da minha voz estar um bocadinho diferente, porque durante a gravidez fiquei muito rouca, o que influenciou a forma como compus, mas decidi gravar assim, com a voz que me fez escrever as canções”, disse.

“O mais diferente é o disco ser todo cantado em português, o facto de ser tão despido, e mudei o grupo de acompanhadores, que anteriormente eram guitarra, piano, bateria e contrabaixo, mas continuo a ser eu na composição, e com as minhas características”.

Um disco “simples”, disse, mas que é o que mais gosta na arte, “pois é mais direto e chega ao coração das pessoas”.

“A palavra simples é muitas vezes subestimada, mas, para mim, simples é o melhor, é o mais fácil de chegar às pessoas. E, às vezes, vamos analisar o ‘simples’ e não é nada tão simples assim, mas acaba por parecer, e é o que mais gosto na arte, parecer simples e afinal não é”, argumentou.

 

NL // MAG

Lusa/Fim

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