18-09-2019 Francisco Gomes Imprimir PDF     Print    Print

Três incêndios em simultâneo em Óbidos

O concelho de Óbidos registou na passada sexta-feira três incêndios rurais quase em simultâneo, obrigando os bombeiros a desdobrarem-se para cobertura do fogo em povoamento florestal nas localidades de Trás do Outeiro, Arelho e Vau.

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No combate às chamas no concelho de Óbidos participaram 117 operacionais apoiados por 29 veículos
O primeiro despacho de meios foi para o Vau e logo a seguir para Trás do Outeiro e Arelho, sendo posteriormente identificado um novo foco de incêndio na Poça do Vau.
No incêndio do Vau estiveram presentes 48 operacionais apoiados por 12 veículos. Em Trás do Outeiro e Arelho combateram as chamas 40 operacionais apoiados por 10 veículos e um helicóptero. No incêndio da Poça do Vau estiveram 29 operacionais apoiados por 7 veículos.
No conjunto dos três incêndios participaram 117 operacionais apoiados por 29 veículos, de várias corporações, e um meio aéreo de ataque inicial.
Elementos das Unidades Locais de Proteção Civil do Vau e de Santa Maria, São Pedro e Sobral da Lagoa deram apoio logístico na movimentação de veículos e condicionalismo de acessos, completando o trabalho da GNR, enquanto que a direção da associação humanitária dos bombeiros de Óbidos e elementos da Escola de Infantes e Cadetes trataram de toda a logística alimentar de apoio aos operacionais.

Fogos nas Caldas rapidamente dominados

As chamas atingiram um povoamento florestal em São Cristóvão, nas Caldas da Rainha, no passado dia 11, pelas 16h49, tendo mobilizado 35 operacionais, 7 viaturas e um helicóptero. A situação ficou resolvida em menos de uma hora.
Um fogo que deflagrou na passada quinta-feira, pelas 11h44, numa zona de mato na aldeia de Toledo, na Lourinhã, foi combatido por mais de cem operacionais.
As chamas encontravam-se em duas frentes ativas, mas não há registo de feridos nem de casas em risco.
O fogo entrou em fase de resolução cerca das 18h00.
Na Portela, em Santa Catarina, um meio aéreo ajudou os bombeiros no combate a um incêndio registado no dia 14, pelas 18h33, em povoamento florestal. Foram mobilizados 35 operacionais e seis viaturas, tendo em meia-hora ficado concluído o combate.
No dia 15, pelas 15h03, em Casais de São Jacinto, no Coto, nas Caldas da Rainha, estiveram dois meios aéreos a ajudar a combater as chamas, que mobilizaram 39 bombeiros e onze viaturas dos bombeiros das Caldas da Rainha e de São Martinho do Porto.
Apesar de alguma preocupação da população, o fogo foi rapidamente controlado.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recordou entretanto que durante o período crítico (1 de julho a 30 setembro) é proibido fazer queimadas extensivas ou queima de amontoados sem autorização das câmaras municipais, utilizar fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural salvo se, usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito, fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais, lançar balões de mecha acesa e foguetes, sendo o uso de fogo-de-artifício só permitido com autorização da câmara municipal, fumigar ou desinfestar apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas, e usar motorroçadoras (exceto se possuírem fio de nylon), corta-matos e destroçadores nos dias de risco máximo.
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