30-03-2021 Marlene Sousa Imprimir PDF     Print    Print

“Casa Amarela” e Unidade de Saúde Familiar de Santo Onofre inauguradas a 15 de maio

O município das Caldas da Rainha vai inaugurar no Dia da Cidade, a 15 de maio, a requalificação da “Quinta da Saúde”, vulgarmente designada como “Casa Amarela”, que vai desempenhar as funções de espaço de receção e acolhimento do complexo do Centro de Artes, e vai servir também de espaço de exposições.

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“Quinta da Saúde” (Casa Amarela), vai ser espaço de receção e do complexo do Centro de Artes
A Câmara vai inaugurar ainda a Unidade de Saúde Familiar (USF) de Santo Onofre, convidando para esta cerimónia a ministra da Saúde, Marta Temido. Desde a passada segunda-feira que a USF Rainha D. Leonor passou a funcionar nas novas instalações. “É uma obra de grande dimensão, construída com dinheiros do município e fundos comunitários uma vez que não houve dinheiro do Estado na construção do edifício, embora a administração central coloque o equipamento”, disse o presidente da Câmara, Tinta Ferreira, na Assembleia Municipal extraordinária que decorreu no passado dia 23.
Na informação do presidente da autarquia acerca da atividade municipal, Tinta Ferreira disse que foi rescindido o contrato com o empreiteiro do Centro da Juventude e está a ser preparado um novo concurso.
Quanto ao Teatro da Rainha, as micro estacas já estão concluídas e está a ser iniciada a obra “propriamente dita”. O espaço artístico Pátio dos Burros, na Cova da Onça, está em obra, embora mais devagar do que se pretendia.
A habitação jovem no Carvalhal Benfeito, em termos de infraestruturas, está praticamente concluída e segundo Tinta Ferreira existem em conversações com a Junta de Freguesia no sentido de no final do próximo mês ser feita uma reunião para convidar os interessados que queiram participar na aquisição dos lotes para fazer a construção das suas casas.
A requalificação da Escola do Avenal está em curso e iniciou há dois meses.
A ala sul do Hospital Termal também está em obra. “Está em franco desenvolvimento, a cumprir os prazos, embora à medida que se vai avançando vão-se descobrindo pormenores num edifício antigo como aquele, que nos obrigam a parar e a refletir e a tomar decisões”, apontou, acrescentando que estão também a ser substituídas as caldeiras do Hospital Termal por “outras com eficiência energética, com capacidade de poupar energia”.
Tinta Ferreira referiu que estão a intervir no Bairro de S. Cristóvão na reabilitação urbana em espaço público. “Está a iniciar um projeto da ciclovia (projeto piloto dos modos cicláveis) que vai ligar o Abraço Verde ao Parque desportivo Domingos Del Rio”, adiantou.
A Câmara está igualmente a fazer uma intervenção na melhoria do espaço entre o Cencal e o Complexo Desportivo, que “vai criar um ambiente de vivência alternativo ao Parque D. Carlos I e à Mata Rainha D. Leonor”.
O autarca falou também na intervenção da Avenida João Fragoso para melhorar o trânsito.
O presidente salientou os estudos para as zonas industriais de Santa Catarina, São Gregório, Vidais e Casal de Santa Cecília, de forma a dar condições para serem candidatadas a apoios para serem requalificadas. “Finalmente estamos a desenvolver projetos para ter pequenos polos industriais que sejam atrativos para empresas aí se instalarem”, apontou.
Do ponto de vista da execução orçamental, revelou que o saldo do município são 5,2 milhões de euros e as dívidas ultrapassam ligeiramente os 4 milhões de euros. “Temos ligeiramente mais de 1 milhão de euros de verba em caixa do que aquilo que são as nossas dívidas quer a fornecedores quer a bancos”, contou, acrescentando que “significa que continuamos a manter o equilíbrio financeiro das nossas contas”.

Município paga veterinária para matadouro de codornizes

Tinta Ferreira informou que há alguns meses está a ser paga uma veterinária municipal em “prestação de serviços para garantir o funcionamento do matadouro de codornizes no Landal”, uma vez que a Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária exige que este tipo de estruturas tenha um veterinário. Segundo o autarca, “deveria de ser a administração central que o devia fazer, mas como não tem estrutura para o poder fazer”, a autarquia achou que não podia deixar “o matadouro de codorniz fechar”. “É uma das principais atividades que nos diferencia enquanto comunidade, que é a codorniz do Landal”, justificou.

Vítor Marques deixa grupo do PSD na Assembleia

Nesta sessão da Assembleia Municipal foi divulgado o resultado de uma reunião que decorreu a 17 de março entre Alberto Pereira, líder do grupo do PSD na Assembleia Municipal, e o presidente da União de Freguesias Nª Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, Vítor Marques, onde foi manifestada a “intenção do mesmo pretender candidatar-se às próximas eleições autárquicas em listas concorrentes às das do PSD”, pelo que “ficou acertado entre ambos ser adequado Vítor Marques deixar de integrar o grupo do PSD na Assembleia Municipal a partir desta data, deixando também de representar o PSD nas comissões para que foi indicado por este partido, a saber, 1ª Comissão, Comissão de Acompanhamento do Termalismo e Comissão Especial do Hospital”.
Oportunamente o PSD indicará os nomes dos membros do seu grupo que irão substituí-lo.

Unidade de cuidados intensivos no CHO

Vítor Fernandes destacou o documento enviado pela Assembleia Municipal de Óbidos à das Caldas onde diz que foi aprovado por unanimidade enviar à ministra da Saúde uma nota sobre a urgência de dotar o Centro Hospitalar do Oeste (CHO) de uma unidade de cuidados intensivos (UCI).
O deputado municipal da CDU disse que apoia esta moção, sublinhando que “uma UCI no CHO foi uma promessa e até hoje ainda não se concretizou”.

Dificuldades na constituição da associação Caldas XXI

O deputado comunista afirmou estar completamente em desacordo que mais uma vez a Câmara gaste 110 mil euros para a Expoeste, enquanto não for resolvido o problema dos estatutos e funcionamento da associação Caldas XXI, que supostamente iria gerir o CCC, a Expoeste e o Centro de Juventude.
Tinta Ferreira explicou que foram encontradas “enormes dificuldades no sentido de proporcionar a fusão e constituir a associação Caldas XXI”, pela necessidade de “pagar as respetivas indemnizações aos colaboradores e depois eles serem ou não integrados na nova estrutura”.
No caso concreto da ADIO-Associação de Desenvolvimento Industrial do Oeste “podemos extingui-la e despedir as pessoas, mas não acredito que o deputado que defende tanto os trabalhadores queira isso”, respondeu, acrescentando que está a ser comparticipado o funcionamento da instituição, como
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