25-07-2018 Cultura, Sociedade, Lusa Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

BREVES: Cultura

Lisboa, 25 jul (Lusa) - Notícias breves de cultura:

 

Companhia Clara Andermatt apresenta dança "Suspensão" em Coimbra

 

A Companhia Clara Andermatt vai apresentar o espetáculo "Suspensão", no dia 31 de agosto, no palco do Grande Auditório do Convento São Francisco, em Coimbra, integrando o programa “Dar a Ouvir - Paisagens Sonoras da Cidade”.

De acordo com um comunicado da companhia, o espetáculo, da coreógrafa Clara Andermatt, em conjunto com os compositores Jonas Runa e António Sá-Dantas, é acompanhado por instrumentos eletroacústicos, cujo som é acionado através do corpo, do movimento e da luz.

“Todo o som é criado ao vivo pelos intérpretes, num gesto de dança e exploração sonora onde o instrumento é o próprio corpo, os seus movimentos e a sombra que projetam no espaço”, segundo uma descrição da companhia.

Estreado em 12 de março de 2016, no Teatro Viriato, em Viseu, e com passagem por Almada, Lisboa, Loulé e Torres Vedras, "Suspensão" é uma coprodução da Companhia Clara Andermatt e do Teatro Viriato.

 

 

Artista plástico moçambicano Américo Prata expõe no MAC

 

Uma exposição do artista plástico moçambicano Américo Prata, intitulada “(cos)telas do ócio”, vai estar patente entre 11 de setembro e 06 de outubro de 2018 na galeria do Movimento de Arte Contemporânea (MAC), em Lisboa.

De acordo com o diretor-coordenador da galeria, Álvaro Lobato de Faria, será a primeira exposição individual deste artista, naquele espaço da capital.

O trabalho de Américo Prata remete para certos campos de cor “onde usufruímos da emoção estética que dela se desprende”, segundo o galerista e crítico de arte Álvaro Lobato de Faria.

“O certo é que, através de um jogo de alusões, ocultações, associações sem nexo aparente, fragmentações, Américo Prata cria uma vertente própria da sua linguagem plástica, que apela não só à experiência existencial do espectador, como também e sobretudo, à sua participação na criação da obra de arte”, acrescenta.

A exposição é inaugurada a 11 de setembro de 2018, pelas 18:30, e ficará patente na avenida Álvares Cabral, 58-60, até ao dia 06 de outubro de 2018.

 

 

Exposição de fotografia de Nelson Menezes na Figueira da Foz

 

Uma exposição de fotografia de Nelson Menezes vai estar patente no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, a partir de sexta-feira, até 07 de outubro, foi hoje anunciado.

Nelson Menezes nasceu em Luanda, em 1953, e atualmente reside em Cantanhede.

A sua primeira máquina fotográfica, uma Agfa Silette LK Sensor, foi-lhe oferecida pelos pais quando tinha apenas 16 anos, e com ela descobriu, de forma espontânea e natural, a paixão pela fotografia, refere um comunicado do centro.

Faz parte do grupo fotográfico Visão Mestre, tendo sido através dele que participou em diversas exposições a nível nacional.

A entrada na exposição é gratuita.

 

 

Novo mistério de Poirot resolvido por Sophie Hannah é editado em agosto

 

“O Mistério dos Três Quartos”, novo título de Hercule Poirot da autoria de Sophie Hannah, tem publicação global a 28 de agosto, sendo editado em Portugal pela Asa, divulgou o grupo editorial LeYa.

O novo título do detetive belga Hercule Poirot, personagem criada pela escritora Agatha Christie (1890-1916), foi traduzido para português por John Almeida e sucede a “Herança Fatal” (2016) e a “Os Crimes do Monograma” (2014), “policiais bem acolhidos pela crítica e pelo público”, segundo a editora.

A autora inglesa que foi escolhida para dar uma segunda vida literária à personagem Poirot, também criou o inspetor da Scotland Yard Edward Catchpool, no esteio de outros coadjuvantes do detetive, como o capitão Hastings ou o inspetor Japp, da mesma polícia de investigação.

A proposta de dar sequência a Poirot, partiu do agente literário de Sophie Hannah, Peter Straus, que a apresentou à editora inglesa Harper Collins, em 2013, e recebeu o consentimento dos herdeiros de Agatha Christie, que até esta data se tinham sempre oposto à publicação de novos títulos.

Sophie Hannah obteve o primeiro lugar no concurso de contos do Festival Daphne Du Maurier, na Cornualha, em Inglaterra, com “The Octopus Net”, uma obra de ‘suspense’ a partir do seu romance “The Fantastic Book of Everybody’s Secrets”. Na narrativa ‘thriller’ estreou-se com “O Pesadelo de Alice”, editado no ano passado pela Gótica.

A sua coletânea “First of the Last Chances”, foi escolhida pela Poetry Book Society como uma das obras de referência da nova geração de poetas.

 

AG/ NL // MAG

Lusa/Fim

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