30-04-2018 Economia, Lusa Lusa / Notícias Imprimir PDF     Print    Print

Câmara do Sobral reduziu em dois anos um milhão de euros à dívida

Sobral de Monte Agraço, Lisboa, 30 abr (Lusa)- A Câmara de Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, reduziu em 2017 a dívida total em um milhão de euros por comparação a 2015, segundo o Relatório de Contas, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

O município encerrou 2017 com uma dívida total de 4,8 milhões de euros, menos um milhão do que a que registava no final de 2015, uma redução influenciada pela dívida não só de médio e longo prazo (3,6 para 3,1 milhões de euros), mas também de curto prazo (2,1 para 1,6 milhões de euros), conclui o Relatório de Contas de 2017.

A Câmara fechou 2017 com um resultado líquido negativo de 198 mil euros, ainda assim melhor do que o de 2016, que foi de 314 mil euros negativos.

O resultado teria sido positivo em 1,6 milhões de euros, se a autarquia não tivesse optado por abater 1,7 milhões de euros a amortizar empréstimos de curto prazo.

O Prazo Médio de Pagamentos aumentou de 70 para 74 dias entre 2016 e 2017, mas diminuiu por comparação com os anos anteriores, sendo de 121 dias em 2015.

O orçamento, que era inicialmente de 9,4 milhões de euros, após 18 modificações subiu para 10,2 milhões de euros para servir 10 mil habitantes.

A execução da receita foi de 90,8%, uma vez que foram arrecadados 9,3 milhões de euros, enquanto a da despesa ficou nos 85,1%, com 8,7 milhões de euros pagos.

Por comparação a 2016, aumentaram a receita (mais 865 mil euros) e a despesa (mais 817 mil euros).

Do lado da receita, os impostos diretos aumentaram 200 mil euros, situando-se nos 1,8 milhões de euros, devido ao aumento do Imposto Municipal sobre Imóveis (de 1 para 1,1 milhões de euros), do Imposto Único de Circulação (253 para 275 mil euros) e da derrama (de 99 para 135 mil euros), a contrabalançarem a quebra no Imposto Municipal sobre Transações de Imóveis (280 para 244 mil euros).

O Relatório de Contas foi aprovado na sexta-feira pela assembleia municipal, com a maioria da CDU a votar a favor e PS, PSD e CDS-PP a votar contra.

 

FYC // MCL

Lusa/Fim

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