05-06-2019 Francisco Gomes Imprimir PDF     Print    Print

Omelete com 7500 ovos no Festival da Codorniz do Landal

7500 ovos de codorniz foram utilizados para confecionar uma omelete com quase sete metros de comprimento. A iniciativa foi inserida no nono Festival Nacional da Codorniz, no Landal, nas Caldas da Rainha.

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Omelete tinha 6,90 metros de comprimento
Voluntários de cinco associações (Veteranos de Futebol do Landal, Grupo Desportivo de Futsal do Landal, Grupo Desportivo de Santa Susana, Centro Social e Paroquial do Landal e Academia Sénior do Landal), confecionaram no passado sábado uma omelete com 6,90 metros de comprimento.
Foi uma forma de promover o Festival Nacional da Codorniz, que decorreu entre 30 de maio e 2 de junho, e onde puderam ser saboreados pratos como escabeche de codorniz, codorniz recheada, coxa de codorniz com vinho da região, croquetes, hambúrgueres e asinhas.
Para a omelete gigante foram utilizados 7500 ovos de codorniz e cada associação preparou omeletes à sua maneira, juntando depois todas elas ao longo de várias mesas, para serem dadas a provar aos visitantes do festival.
Uma omelete de ovo de codorniz é diferente da de ovo de galinha. “É preciso mais ovos, porque cada ovo de galinha são cinco de codorniz”, explicou Quitéria Santos, da Académia Sénior do Landal. Quanto ao sabor, na sua opinião, “os ovos de codorniz são mais gostosos”.
“Colocámos orégãos, cebola muito bem picadinha, passando na frigideira com um pouco de óleo e depois alourámos e decorámos a omelete”, descreveu o padre José Gonçalves, sobre a produção feita pela tasquinha da paróquia do Landal.
“Está excelente”, “gosto de omelete com os ovos tradicionais mas também gostei muito desta”, “espero que para o ano façam a dobrar e entrem no Guiness”, foram alguns comentários de visitantes que provaram a omelete gigante.
Landal é a freguesia com maior produção de codorniz do país, uma carne que está na moda e que já é exportada. Anualmente são criadas perto de três milhões de codornizes na freguesia de Landal.
Estados Unidos e Inglaterra são os principais mercados, mas as portas da Europa vão-se abrindo à codorniz, revelou Susana Bento, das Aves Suzana. Armando Monteiro, presidente da junta do Landal, referiu que “a codorniz é consumida em grandes restaurantes gourmets”, a que não é alheio o facto da carne desta ave ser rica em proteínas e aminoácidos essenciais e pobre em gorduras.
As formas de confeção, das mais tradicionais às abordagens da nova cozinha, não param de surpreender a cada edição deste certame, tendo havido a colaboração dos chefes da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste.
Ao longo dos quatro dias do festival houve animação com bandas, bailes, folclore, desfile de moda e um passeio de BTT.
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