23-09-2020 Francisco Gomes Imprimir PDF     Print    Print

Bombeiros celebraram 125 anos com apresentação de viaturas e desfile pelas freguesias

As comemorações do 125º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha realizaram-se no passado domingo, tendo começado no quartel com o hastear da bandeira. Seguiu-se romagem aos cemitérios para honrar os soldados da paz falecidos.

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Cerimónia no quartel
Devido à pandemia de Covid-19 o programa da tarde sofreu alterações, não tendo havido a sessão solene e a habitual festa no quartel. Ainda assim, houve uma receção às entidades oficiais e convidados e atribuição de patronos a três veículos – um veículo de combate a incêndios florestais (com os nomes do presidente da Câmara, Tinta Ferreira, do comandante dos bombeiros, Nelson Cruz, e do presidente da associação humanitária, recentemente falecido, Abílio Camacho), uma ambulância de transporte múltiplo (empresa Manuel Barreto Madeiras, SA, pela ajuda prestada aos bombeiros) e um posto de socorros móvel (com o nome dos proprietários do Palacete da Foz do Arelho, Mark Silver e Américo Tomás, que custearam o chassis).
Para cumprimentar a população caldense, teve lugar um desfile motorizado pelo concelho, com um veículo de cada tipologia, que passou pelas antigas 16 freguesias das Caldas da Rainha, onde estiveram representantes das autarquias para receber os soldados da paz.
Nelson Cruz manifestou “orgulho” pelos 125 anos celebrados e elogiou todos os que têm passado por esta instituição nas suas diferentes funções. Não deixou de referir a colaboração do coordenador municipal da Proteção Civil, Gui Caldas, do presidente da Câmara, Tinta Ferreira, e do presidente da Assembleia Municipal, Lalanda Ribeiro, e recordou o papel desenvolvido pelo falecido presidente da associação humanitária, Abílio Camacho.
Tinta Ferreira transmitiu uma “palavra de reconhecimento” aos fundadores da associação humanitária e comentou que sente o respeito nacional pela corporação das Caldas da Rainha onde quer que vá, fruto do esforço dos voluntários.
Afirmou que a instituição “está equilibrada quer nas contas quer na organização e no comando” e porque “os dinheiros públicos não chegam” disse esperar que no próximo cortejo de oferendas a população continue a ajudar os bombeiros como prova da sua “responsabilidade e num gesto de grande admiração” pelos soldados da paz.
O veículo de combate a incêndios florestais custou 80 mil euros e o posto de socorros móvel 46000 euros, suportados pela Câmara e pelos bombeiros (50% cada). Já a ambulância de transporte múltiplo teve o custo de 42900 euros (40% pagos pela Câmara e 60% pelos bombeiros).
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